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Radiologia Intervencionista PUBLICADO EM 03/03/2020

Hospitais de referência investem cada vez mais na Radiologia Intervencionista

Aliados à instrumentação cirúrgica, equipamentos de radiologia, ultrassonografia e tomografia facilitam a realização de procedimentos eficazes

Com participação do Dr. André Goyanna, especialista em radiologia intervencionista

Hospitais de referência investem cada vez mais na Radiologia Intervencionista

Revolucionário à época de seu surgimento, em 1895, o raio-X permitiu que o corpo humano fosse observado por dentro, trazendo muito mais facilidade para que médicos pudessem identificar os problemas de saúde de seus pacientes. De lá pra cá, houve muito progresso em todos os campos da medicina, mas o que não mudou foi a importância da radiologia como instrumento fidedigno para a determinação do diagnóstico. Todavia, o implemento da chamada radiologia intervencionista inaugurou uma nova era dentro dessa especialidade médica, que vai muito além da detecção de problemas.

“A radiologia intervencionista é o ramo da medicina em que os médicos são treinados para realizar tratamentos minimamente invasivos, geralmente através de pequenos cortes ou apenas de punções com agulhas guiadas por aparelhos de raios-X, ultrassom ou de tomografia computadorizada”, resumiu o médico especialista em radiologia intervencionista, Dr. André Goyanna.

Hoje, hospitais de referência investem cada vez mais em uma combinação que possibilita novas chances de tratamento a pacientes com enfermidades graves como, por exemplo, o câncer de fígado. Ao unir a competência de equipamentos de radiologia, ultrassonografia e tomografia computadorizada com a instrumentação cirúrgica, esses profissionais realizam procedimentos bastante eficazes.

“Já dispomos de materiais que podem levar a medicação quimioterápica diretamente à região do nódulo no fígado com concentração 40 vezes maior do que se fosse aplicada numa veia periférica e com menores índices de reações colaterais. Já existem, inclusive, pequenas esferas radioativas que podem ser injetadas na circulação do tumor e assim promover a sua regressão e controle do crescimento”, destacou o Dr. André Goyanna.

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