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Neurologia PUBLICADO EM 10/12/2015

Epilepsia: causas, sintomas e tratamentos

Existem vários tipos de convulsões e cada paciente terá epilepsia de uma maneira

 

Epilepsia: causas, sintomas e tratamentos

Pessoas com epilepsia tendem a ter convulsões recorrentes. As apreensões ocorrem por causa de uma súbita onda de atividade elétrica no cérebro. Isto provoca uma perturbação temporária nos sistemas de mensagens entre as células cerebrais. O que um paciente com epilepsia tem durante uma convulsão vai depender de que parte de seu cérebro começa a atividade epiléptica, e quão amplamente e rapidamente se espalha daquela área. Consequentemente, existem vários tipos de convulsões e cada paciente terá epilepsia de uma maneira.

Tipos de convulsões
Existem três tipos de diagnósticos que um médico pode fazer ao tratar um paciente com epilepsia:

– Idiopática – que não há nenhuma causa aparente.
– Criptogênica – o médico considera que há provavelmente uma causa, mas não pode localizá-la.
– Sintomático – o médico sabe qual é a causa.

Os sintomas de epilepsia
O principal sintoma da epilepsia são convulsões repetidas. Existem alguns sintomas que podem indicar que uma pessoa tem epilepsia:

– Uma convulsão sem febre
– Curtos períodos de apagão ou a memória confusa
– Desmaios intermitentes, durante o qual o controle da bexiga ou intestino está perdido
– Por um curto período a pessoa não responde a instruções ou perguntas
– A pessoa torna-se rígida, de repente, sem nenhum motivo aparente
– Crises repentinas de piscar sem estímulos aparentes
– Crises repentinas de mascar, sem qualquer razão aparente
– Por um curto período de tempo a pessoa parece atordoada, e incapaz de se comunicar
– Movimentos repetitivos que parecem inadequados
– A pessoa fica com medo, sem motivo aparente, ele / ela pode até entrar em pânico ou ficar com raiva
– Mudanças peculiares em sentidos, como olfato, tato e som

Tratamentos para a epilepsia
Quando um diagnóstico de convulsões ou epilepsia é feita, o médico irá discutir com o paciente ou a família do paciente, quais são as melhores opções de tratamento. Se a epilepsia é diagnosticada (tendência em curso a ter convulsões), o médico irá prescrever medicamentos para prevenir convulsões ou medicamentos antiepilépticos.

Se as drogas não funcionam, a próxima opção seria a cirurgia, uma dieta especial ou VNS (estimulação do nervo vago). O objetivo do médico é evitar que novas crises ocorram, evitando efeitos colaterais para que o paciente possa levar uma vida normal, ativa e produtiva.

O prognóstico para quem sofre de epilepsia
Especialistas dizem que cerca de 60% das pessoas que estão sem tratamento não têm maiores apreensões durante os 24 meses seguintes a sua primeira crise. O prognóstico para a maioria das pessoas com epilepsia é bom. Cerca de 70% entram em remissão por 5 anos com ou sem tratamento. Cerca de 20 a 30% desenvolvem epilepsia crônica (epilepsia longo prazo) – essas pessoas são geralmente tratadas com medicamentos antiepilépticos.

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