Trombofilia: Como identificar quem tem maior risco?

Viva Mais Viva Melhor - Trecho da entrevista com: Dr. Manoel Sarno

Publicado: 14 de dezembro de 2016 - Atualizado: 4 de junho de 2019

O primeiro passo é a anamnese, definir a história clínica do paciente, para saber se ela tem histórico (na família) de ter algum evento de trombose ou de infarto, AVC (derrame), embolia pulmonar, se tem alguma condição que possa predispor à trombose.
Uma situação, dentro da ginecologia, que aumenta o risco de trombose é o uso de hormônios para indução de ovulação. Pacientes que estão fazendo regime de reprodução assistida, fazendo fertilização in vitro, têm um risco aumentado de ter trombose do que aquela paciente que não está fazendo este tratamento.
A mulher grávida ela mais fatores de coagulação do que uma mulher não-grávida, então ela tem uma predisposição maior a formar trombose por conta desta situação. Esse risco é maior no momento do parto do que ao longo da gravidez.
O tabagismo também é uma outra situação que aumenta o risco, além de pessoas que usam anticoncepcional ou hormônio para reposição pós-menopausa.